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28/02/2017

Centrais de Triagem desempenham papel importante na coleta seletiva


Movimento Lixo Cidadão

Centrais de Triagem desempenham papel importante na coleta seletiva Saiba mais sobre como funcionam essas unidades e os modelos de operação É muito comum pessoas que já separaram recicláveis para a coleta seletiva dizerem que não vale a pena participar porque, no fim das contas, “tudo aquilo é misturado no caminhão que faz o serviço”. Isso é realmente verdade? Você sabe para onde vão os materiais recolhidos e que tratamento recebem?

Eles são encaminhados para Centrais de Triagem, que cumprem exatamente a função de separar os resíduos sólidos e realizar um trabalho essencial no processo de reciclagem. Conheça as características de cada modelo de operação:

Separação manual – Os materiais recolhidos pelas operadoras são separados, primeiramente, entre recicláveis e rejeitos (o que não pode ser aproveitado). Vale sempre lembrar que não se deve misturar orgânicos (cascas de frutas, legumes e folhas) com os secos (como papéis, plásticos, metais e vidros). Isso pode dificultar, ou, até mesmo, impedir o aproveitamento.

Posteriormente, ocorre a separação em esteiras por tipo de material, que deve ser criteriosa e realizada com equipamentos de segurança, como luvas, botas, máscaras e roupas adequadas. Cada tipo de reciclável é colocado em recipiente específico. Os plásticos, por exemplo, podem ser separados por categorias como PET, polietileno (sacolinhas de supermercado, saquinhos de leite e embalagens de iogurte) e polipropileno (potes, frascos e filmes para alimentos). O material é prensado e reunido em fardos, que são vendidos para empresas recicladoras.

Separação mecanizada – Essa forma de operação utiliza equipamentos que possibilitam uma triagem mais específica, como os leitores óticos, que separam materiais por tipo, cor e até dimensão. Em São Paulo, há dois exemplos de equipamentos públicos desse tipo: a Central Mecanizada Carolina Maria de Jesus, em Santo Amaro, construída e gerenciada pela EcoUrbis Ambiental, e a Central Ponte Pequena, da empresa Loga (Logística Ambiental de São Paulo). As unidades foram inauguradas em 2014, com potencial para processar até 250 toneladas de resíduos por dia.

Saiba mais sobre o funcionamento da central da EcoUrbis aqui

Saiba mais sobre o funcionamento da central da Loga aqui




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