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28/06/2017

A diferença entre rejeito e resíduo


Movimento Lixo Cidadão

Muitas vezes, quando falamos de limpeza urbana, empregamos termos sem saber se estamos fazendo o uso correto. Você sabe a diferença entre lixo e resíduos sólidos? Esses primos próximos têm significados semelhantes e a principal diferença está na possibilidade de reaproveitamento. Tudo começa com um princípio da sustentabilidade: os 3 Rs (reduzir, reutilizar e reciclar).

O resíduo sólido é aquela parte que sobra de algum material e pode ser reaproveitada ou reciclada de alguma maneira. É muito eficaz para a salubridade das cidades e para a saúde da população. Existem diversas formas de fazê-lo – a coleta seletiva é a maneira mais popular e acessível para a maioria das pessoas. Um ponto bem relevante a ser considerado é que um item reutilizado é um volume a menos no aterro sanitário. E, claro, vale lembrar que quando não são destinados corretamente, geram riscos à saúde e custos para o Estado.

De acordo com o dicionário Michaelis, por rejeito, entende-se: resíduos provenientes de atividades domésticas, industriais, comerciais etc. que não prestam e são jogados fora; bagaço. Mas o glossário de sustentabilidade vai além e define essa palavra como qualquer sobra que não tenha outra finalidade a não ser o aterro sanitário ou a incineração. É tudo aquilo que não tenha utilidade em hipótese alguma.

Durante a gestão do rejeito, o grande desafio é dar a devida destinação, sem que haja grandes consequências para o meio ambiente. O chorume proveniente da decomposição ou os gases que emanam desse mesmo processo podem ser bem nocivos à saúde dos seres humanos e da natureza. Os desafios são grandes, mas não são impossíveis. Por mais clichê que soe, se todos fizermos um pouquinho, já temos meio caminho andado, certo?