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12/02/2017

Projetos incríveis feitos para feiras de ciência


Revista Galileu

Há quem leve as Feiras de Ciências muito a sério. E não estamos falando de maquetes de isopor e gel de cabelo azul, são casos de jovens que querem mudar o mundo desde suas adolescências. Veja a história desses estudantes que tiveram projetos – incríveis – premiados mundo afora:

1 – Uma fonte capaz de economizar milhões de dólares

É gasto muito mais dinheiro com tintas de impressão do que imaginamos. Governos, empresas e escolas podem chegar a gastar milhões de reais por ano somente com isso.

Pensando nisso, um garoto americano chamado Suvir Mirchandani decidiu tentar ajudar a escola onde estudava. Para tentar economizar, o rapaz analisou a quantidade de tinta gasta nas quatro principais fontes utilizadas pela escola: Garamond, Times New Roman, Century Gothic e Comic Sans.

Facilmente, Mirchandani descobriu que se a escola trocasse todas suas impressões para Garamond, a instituição seria capaz de economizar 200 mil dólares em um ano. Mas não acaba aí, depois o garoto decidiu realizar um teste com as fontes usadas pelo governo americano.

Aplicando a mesma técnica, descobriu que poderiam ser economizados mais de 100 milhões de dólares em apenas um ano.

2 – Reator Nuclear caseiro

Thiago Olsen não se importa com o fato de estarmos longe de uma produção nuclear energética em grande escala. Mais do que isso, com apenas 15 anos de idade o garoto decidiu criar seu próprio reator nuclear na garagem de casa.

Demorando um ano para pesquisa e um ano para a concretização do seu “projeto”, Olsen agora faz parte de um seleto grupo de 20 pessoas que conseguiram construir seu próprio reator.

Apesar de utilizar energia nuclear, sua criação foi considerada segura por especialistas. A quantidade de energia gerada não chega a esquentar uma xícara de café, mas mesmo assim...

3 – Próteses controladas pela mente

Anand Srinivasan também tem 15 anos de idade. Conhecido por vencer várias feiras de ciência nos Estados Unidos desde pequeno, o garoto nunca havia trabalhado em um projeto tão importante quanto o “White House Science Fair”, em 2012. Durante esse ano, Srinivasan foi capaz de criar uma prótese capaz de obedecer a mente, por meio de impulsos nervosos.

Para a feira, o jovem cientista criou um braço robótico que respondia aos sinais cerebrais, baseados em eletroencefalografia.

4 – Robô LEGO antiterrorista

Para a Intel's International Science and Engineering Fair, a estudante do colegial Anna Simpson decidiu fazer um trabalho relacionado à segurança nacional. Utilizando peças de Lego, a garota criou um robozinho capaz de detectar composições químicas.

O objetivo de Anna era ajudar a segurança de seu país, mas sua criação já recebeu propostas de governos do mundo inteiro, interessados no artifício tecnológico antiterrorista.

5 – Micróbio comedor de plástico

Excesso de plástico é um dos maiores problemas em termos de sustentabilidade mundial. Pensando nisso, o garoto Daniel Burd, do Canadá, descobriu um micróbio comedor de plástico para a feira de ciências de Ontário.

Para realizar essa pesquisa, Burd pensou dessa forma: apesar de demorar muito tempo para se decompor, em algum momento ele se decompõe. Então decidiu ir atrás de plásticos que estavam já nesse estado, encontrar os micróbios responsáveis por esse “trabalho” e isolá-los.

Seu produto final mostrou que, em apenas seis semanas, mais de 43% do plástico já havia se decomposto.

Para saber de mais projetos, acesse a matéria completa no link: https:/goo.gl/35lCZK