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27/04/2017

Material orgânico desperdiçado custa R$ 465 milhões à cidade de São Paulo


Folha

Das 20 mil toneladas descartadas pelos paulistanos todos os dias, mais da metade (52%) é material orgânico. São restos de alimentos, frutas e podas de árvores que acabam indo parar no lixo, quando podiam ser “reciclados” por meio da compostagem. Esse desperdício custa R$ 465 milhões por ano, segundo cálculos de uma campanha para alavancar a prática no município.

A ação foi criada por um grupo de entidades para tentar mudar essa realidade. Nela constam objetivos e ações para tornar a compostagem parte do programa de governo da capital paulista. A ideia é pressionar o poder público a ampliar as políticas do setor.

Com esse objetivo, também foi criada uma petição online, que pretende angariar o apoio da população e sensibilizar os governantes para essa questão.

No fim de março, o grupo teve uma reunião breve com o vice-prefeito Bruno Covas, secretário de Prefeituras Regionais, que desde o início da gestão Doria é o responsável pela Amlurb (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana). Os objetivos foram apresentados, e os participantes sugeriram a realização de um fórum temático sobre o assunto.

Na semana seguinte, foram recebidos para uma reunião com o chefe de gabinete da Amlurb, Carlos Oliveira. Ficaram combinados encontros periódicos para encaminhar os assuntos. Também acertaram a realização de algumas reuniões temáticas para tratar de assuntos específicos, como compostagem doméstica e compostagem nas escolas.

Acesse a matéria completa aqui.